As coisa estranhas dos programas de TV
Por Michelson Borges
Quem aqui nunca assistiu desenhos animados? O fato é que é muito difícil encontrar alguém, que quando criança ou ainda adulto, nunca tenha assisistido ou não goste de desenhos. Mas, por trás das belas cores e estórias, há mensagens nem tão boas assim.
Havia muitos outros desenhos (e há piores hoje em dia) com conceitos distorcidos que envolviam moral e religião. No caso do Pato Donald, ali não há representada uma família normal sequer. Donald e Margarida são eternos namorados e os sobrinhos não têm pais. No desenho He-Man, o personagem Adam invoca poderes das trevas para se transformar no campeão do bem, e, quando precisa de ajuda, vai a uma caverna procurar uma feiticeira. Em “Cinderela”, a personagem aparece invocando Lúcifer, nome dado ao gato da história. Em Hércules, há uma sutil blasfêmia ao nome e à pessoa de Jesus. Isso sem contar a invasão do espiritismo, do evolucionismo, do sensualismo e da violência gratuita em muitas das produções voltadas para o público infantil. Contam-se nos dedos os desenhos animados que podem ser considerados educativos e positivos para as mentes em formação.
Será que esse tipo de cultura não tem lá sua influência na moralidade, na religiosidade e mesmo no comportamento das massas que a consomem?Filipenses 4:8 continua sendo uma boa “régua” para orientar nossos hábitos de consumo midiáticos.
Quanto
ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o
que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa
fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.
Filipenses 4.8
Fonte: Criacionismo
Publicado em: Blog da Revista Geração JC

Nenhum comentário:
Postar um comentário