A bruxa, a
traição e o cinema
Paz do Senhor,
príncipes e princesas de Cristo...
Como foi o
Natal? Aqui em casa passamos dormindo. Isso mesmo, minha família não “curti”
muito essa de Natal, o maior motivo é à distância dos parentes.
Vamos mudar um
pouco de assunto. Amanhã é Ano Novo, melhor, é 2012... kkk. Essa “virada” me
faz lembra um filme, vocês devem conhece, “As Crônicas de Nárnia: O leão, a
bruxa e o guarda-roupa”. Na época do filme, minha família estava passando por
vários problemas, o principal era o casamento dos meus pais. Vou explica
melhor.
Em 2005 minha família entrou em crise, meu pai (não é evangélico) traiu minha mãe e logo saiu de casa para morar com a amante. Minha mãe como serva de Deus e maranhense (ela morou em outro país... kkk) deu a volta por cima, pois ela é de certo modo uma “mulher independente”.
Durante todo o
ano eu e ela conseguimos sobreviver, ela até tinha entrado com a papelada do
processo de divórcio. Enquanto isso, meu pai e sua nova “velha” (pensa numa
mulher feia... acho melhor nem pensa) adquiriram um quiosque pela prefeitura da
cidade e agora eram comerciantes na praia do município.
Passou o tempo e
enfim chegou o fim de ano, e este seria o primeiro Natal e Ano Novo com os meus
pais separados. Até aqui você deve está ser perguntando: “o que tem haver toda
essa história com o filme?”.
Para comemora o
novo ano (2006), eu e minha mãe resolvemos ir ao cinema da cidade (seria a
primeira vez da minha mãe naquele lugar, pois ela nem no tempo de namoro com o
meu pai tinha ido a um local com este). O filme que escolhemos para assiste
naquele dia era “As Crônicas”. Minha mãe achou maravilhoso tudo, o ambiente, o
filme e tudo mais.
Bem, eu poderia
termina essa história dizendo que os meus pais estão enfim separados e felizes,
no entanto. Meu pai (que tinha quer ser um exemplo a ser seguido) recebeu um
“belo” de um golpe, na verdade foi um tropeção. A amante lhe encanou.
Ela tirou o nome
dele do quiosque da praia e antes disso (no começo do tal romance) fez com que
ele pagasse vários tratamentos estéticos e roupas novas. O pior para meu pai
foi que ele ficou “sujo” perante os familiares e amigos mais próximos que
conheciam tanto ele como minha mãe. Nisso o meu pai teve que fazer algo que
nuca imaginaria, pedir perdão a minha mãe.
No final, meus
pais voltaram (o processo do divórcio foi cancelado). Mas eu não acredito
muito, que aquele “amor” entre os dois continua a existe, se ainda houve alguma
coisa, não é como antes.
Esse episódio
não foi um dos melhores da minha vida, mas me mostrou o valor da confiança e do
amor que um homem e uma mulher devem ter um pelo outro. Quando acontece alguma
quebra, seja por qualquer motivo, os maiores prejudicados na história não é o
casal, mas sim os filhos. O ser humano é feito de carne (literal e figurado) e
Deus é divino, busque a Ele a cada momento da vida, para não tomar ou fazer
coisas erradas.
Essas são minhas
palavras hoje e até a próxima semana.
Oliver Ramirez

Nenhum comentário:
Postar um comentário