sábado, 31 de dezembro de 2011

Coluna: As Crônicas de OLIVER

A bruxa, a traição e o cinema

Paz do Senhor, príncipes e princesas de Cristo...

Como foi o Natal? Aqui em casa passamos dormindo. Isso mesmo, minha família não “curti” muito essa de Natal, o maior motivo é à distância dos parentes.

Vamos mudar um pouco de assunto. Amanhã é Ano Novo, melhor, é 2012... kkk. Essa “virada” me faz lembra um filme, vocês devem conhece, “As Crônicas de Nárnia: O leão, a bruxa e o guarda-roupa”. Na época do filme, minha família estava passando por vários problemas, o principal era o casamento dos meus pais. Vou explica melhor.

Em 2005 minha família entrou em crise, meu pai (não é evangélico) traiu minha mãe e logo saiu de casa para morar com a amante. Minha mãe como serva de Deus e maranhense (ela morou em outro país... kkk) deu a volta por cima, pois ela é de certo modo uma “mulher independente”.

Durante todo o ano eu e ela conseguimos sobreviver, ela até tinha entrado com a papelada do processo de divórcio. Enquanto isso, meu pai e sua nova “velha” (pensa numa mulher feia... acho melhor nem pensa) adquiriram um quiosque pela prefeitura da cidade e agora eram comerciantes na praia do município.

Passou o tempo e enfim chegou o fim de ano, e este seria o primeiro Natal e Ano Novo com os meus pais separados. Até aqui você deve está ser perguntando: “o que tem haver toda essa história com o filme?”.

Para comemora o novo ano (2006), eu e minha mãe resolvemos ir ao cinema da cidade (seria a primeira vez da minha mãe naquele lugar, pois ela nem no tempo de namoro com o meu pai tinha ido a um local com este). O filme que escolhemos para assiste naquele dia era “As Crônicas”. Minha mãe achou maravilhoso tudo, o ambiente, o filme e tudo mais.

Bem, eu poderia termina essa história dizendo que os meus pais estão enfim separados e felizes, no entanto. Meu pai (que tinha quer ser um exemplo a ser seguido) recebeu um “belo” de um golpe, na verdade foi um tropeção. A amante lhe encanou.

Ela tirou o nome dele do quiosque da praia e antes disso (no começo do tal romance) fez com que ele pagasse vários tratamentos estéticos e roupas novas. O pior para meu pai foi que ele ficou “sujo” perante os familiares e amigos mais próximos que conheciam tanto ele como minha mãe. Nisso o meu pai teve que fazer algo que nuca imaginaria, pedir perdão a minha mãe.

No final, meus pais voltaram (o processo do divórcio foi cancelado). Mas eu não acredito muito, que aquele “amor” entre os dois continua a existe, se ainda houve alguma coisa, não é como antes.

Esse episódio não foi um dos melhores da minha vida, mas me mostrou o valor da confiança e do amor que um homem e uma mulher devem ter um pelo outro. Quando acontece alguma quebra, seja por qualquer motivo, os maiores prejudicados na história não é o casal, mas sim os filhos. O ser humano é feito de carne (literal e figurado) e Deus é divino, busque a Ele a cada momento da vida, para não tomar ou fazer coisas erradas.

Essas são minhas palavras hoje e até a próxima semana.

Oliver Ramirez

Nenhum comentário:

Postar um comentário