CIÚMES ter ou não ter?
A paz do Senhor amigo. Afogando-se na graça de nosso Deus? Espero que sim, heim?!
Talvez ache estranho esse assunto aqui na coluna alongando a vida, acontece que esse sentimento, aparentemente tão inofensivo, pode virar uma doença grave. Estudos mostram que um número expressivo de homicídios tem como causa o ciúme doentio. O excesso pode adoecer tanto a mente, como debilitar o próprio estado físico de quem o possui, ou melhor, de quem é possuído por ele. E os solteiros não estão livres disso. Afinal, essa doença se manifestas nas diversas relações: entre familiares ou amigos.
Segundo a psicóloga Sonia Pires, o ciúme doentio é caracterizado por um desejo intenso de controle total dos sentimentos alheios. “O indivíduo apresenta preocupação exagerada com os relacionamentos da outra pessoa e alimenta idéias obsessivas”, exemplifica. E acrescenta: “Pessoas mais vulneráveis a essa patologia são aquelas que carregam medos, infantis, autoestima baixa ou distorcida, incapacidade de valoriza-ser, inveja, mágoa profunda, ligações obsessivas, ou conflitos mal resolvidos no passado”.
A VÍTIMA
Hoje com 27 anos, aos 19, Igor já foi vítima dessa situação. Ele começou a namorar Jéssica, apesar da recomendação contrário de seu melhor amigo que “coincidentemente” era ex-namorado dela. O que Igor não podia imaginar é que dali em diante, por dois, ele perderia totalmente sua liberdade. Depois do culto, não podia nem mesmo jantar na casa dos pais, pois “tinha de estar” com ela. “No início, achava aquilo tudo muito estranho, mas preferi pensar que era apenas amor em excesso”, ele explica.
No entanto, a psicóloga destaca que “é impossível viver afetos verdadeiros quando um dos dois sente-se proprietário do outro”. Ela explica que o ciumento patológico sofre muita ansiedade e se torna muito frágil mental e emocionalmente. “Essas características compromete a saúde física do indivíduo, deixando-o mais vulnerável a doenças psicossomáticas”.
Abalado físico, mental e emocionalmente, o ciumento muitas vezes toma atitudes desmedidas e irracionais. Jéssica agia assim toda vez que o Igor terminava o namoro. Por incrível que pareça, o que manteve o Igor naquele relacionamento não foram as “chantagens emocionais”, mas o amor que ele ainda tinha por ela. “Eu a amava muito, tinha o sonho de me casar com ela. Ela estragou tudo. Jogou meu sentimento no lixo”, desabafa.
Quando não restou mais nada, Igor terminou o namoro, mesmo em meio a pranto, desmaios e gritos. Infelizmente, o final dessa história não foi feliz como poderia. Mas, a experiência valeu para ambos as partes que hoje vivem um relacionamento sadio e feliz com outras pessoas. Deixe esse exemplo ensinar você. Se perceber que o ciúme está dominando sua vida, procure ajuda de um especialista.
Encontrei essa matéria na Revista Geração JC (nº 82), considero muito interessante, e resolvi compartilhar com vocês. ; )
Então é isso, não permita que aquele “ciumezinho básico” que geralmente todo mundo sente o domine, o escravize, o leve a errar e o faça perder o céu. :-)
...Antes de partir, quero trazer a vossa memória para reflexão alguns versículos. Leia com bastante atenção...
“Ora, as obras da carne são conhecidas e são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro como já, outrora, vos preveni, que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam. Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio...” (Gl 5. 19-23)
...Somos falhos, mas não podemos nos conformar com isso. Ainda na palavra do Senhor:
“Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso espírito, para que possais discernir qual é a vontade de Deus, o que é bem, o que lhe agrada e o que é prefeito”. (Rm 12,2)
Abraços.
Talanta Oliveira
@talantta l Facebook

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