sábado, 17 de março de 2012

Coluna: As Crônicas de OLIVER

Quem devo escolher?

Paz do Senhor, príncipes e princesas de Cristo...

Tudo certo com suas vidas? Espero que sim. E a semana? Só correria? A minha com certeza foi correria, algumas novidade no meu estágio, mas nada relevante. Hoje vou contar uma “aventura” que tive em uma das minhas aulas na faculdade, tal assunto vai motivar várias opiniões.

Este semestre na faculdade, estou freqüentando uma disciplina intitulada de “Processo Negocial”, ela é basicamente uma matéria voltada para os acadêmicos de Administração, porém a política da instituição integrar ela para outros cursos. Durante a aula discutimos muitos assuntos. Esses temas e discussões mexem profundamente com nossa consciência. Na última aula da disciplina debatemos um “caso” muito estressante por causa da solução que deveria ser tomada. Vamos ver?

Durante a aula, o professor levantou um caso e nós (acadêmicos) deveríamos dar a solução, a sala foi dividas em grupos de três pessoas. Então começamos o trabalho. O caso é este: Num hospital existe um maquina que tinha a função de um “rim artificial” e o mesmo só atendia dois pacientes durante 24 horas, garantido a duração da vida de tais individuos. [Agora que vem o problema] A administração do hospital levantou uma lista de pessoas que poderiam usar essa maquina, através de uma triagem inicial chegamos a 5 pessoas e nós deveríamos escolhe duas pessoas e deixa outros 3 morrem, por que a maquina não atendia a todos.

Olhando assim parece fácil, mas o professor no deu um histórico dos candidatos para a vaga, e a partir desse ponto [começou a dificuldade], pois cada um tinha uma história e uma importância. Foi muito difícil, escolher uma vida e deixa outras morrerem. Pois o professor entregou para os grupos um histórico psicológico, que depois das escolhas feitas anteriores, poderia ocorre alguma mudança. Muitos dos grupos optaram em mudar a primeira decisão por causa desse novo histórico.

No final, o professor falou todo o objetivo desse trabalho feito na sala, ele demonstrou que o ser humano esta acostumando a colocar “rótulos” para os seus próximos, assim avaliando a importância de um e do outro. E declarou que não tem como fugir dessa rotulação, mas que devemos diminuir o máximo a “influência” dos valores [obtidos por meio da família, da escola, da igreja e etc] para fazer escolhas difíceis como estas.

Chegamos enfim ao final de mais um post. Hoje vimos como é difícil decide algo que envolver além de nós várias pessoas. Essa história nos mostra que não devemos criticar ou até mesmo desprezar o nosso próximo, pois ele é importante para o nosso “irmão” Jesus. E você seria capaz de dar a vida por alguém que nem conhece? Até a próxima semana.

Oliver Ramirez

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