Se somos perdoados, podemos continuar
pecando?
Olá queridones!
Tudo bem?
Para responder a pergunta que é o título
do post, eu poderia simplesmente postar uma passagem bíblica aqui, que responde
a isso, e fim do post.
Liliana era uma garota cristã. Nasceu em
um lar cristão, seus pais eram líderes de jovens em sua igreja. Lili cantava no
louvor e era professora na escola infantil.
Vivia sua vida normalmente. Cursava
arquitetura na universidade federal de sua cidade. Felizmente, já tinha
conseguido um trabalho como estagiária de um escritório de arquitetos.
Vivia feliz. Servia a Deus; se dedicava
muito à sua igreja, ao seu trabalho e aos seus estudos.
Porém, algo mudou.
Vieram as festas da faculdade, as festas
do trabalho.
Lili sempre recusava, dizia não, devido
ao seu compromisso com Deus. Sempre explicava suas convicções, sua fé e seus
motivos para não ir a festas.
Mas então, cansada de dizer não e
cansada das piadinhas em relação às suas crenças, um dia, Lili disse sim. E foi
à festa da sua turma de faculdade. Foi para ver como era uma festa, afinal,
nasceu em uma família cristã e não sabia o que era uma festa, queria saber,
queria experimentar o mundo.
Com a consciência um pouco pesada, foi
mesmo assim, sabendo que Deus a perdoaria. Afinal, Deus me ama e se eu pedir
perdão, Ele me perdoa. Pensou.
Foi, dançou, bebeu, beijou. Acordou com
aquela sensação que nunca sentira antes: a ressaca. Se sentindo mal, vomitando, com dor de cabeça
terrível, jurou a si mesma e a Deus, nunca mais fazer aquilo.
Até a semana seguinte.
Lili começou a gostar daquela vida.
Festa na sexta a noite e no sábado. Domingo igreja. Disso ela não abria mão.
Cantar a Deus, cuidar das crianças. Ela sabia que Deus a tinha perdoado pelas
coisas que fizera nas noites anteriores. Afinal, ela pedia perdão.
Mas na semana seguinte, começava tudo de
novo.
E a garota que queria casar virgem,
passou a sair com caras, depois das festas. Mas não só isso, passou a usar
drogas, beber cada vez mais. Dançar. E começou a dançar na vida.
Reprovou em várias matérias, faltava ao
trabalho e quando ia, fazia as coisas mal feitas.
Seus pais, muito preocupados com aquelas
atitudes, e conscientes do que ela estava fazendo, tentaram conversar com ela.
Lili ouvia, mas falava que amava a Deus e sabia que Ele a amava e a perdoava.
Mas ela não se arrependia. Não mudava.
Seus pais, seus pastores, seus líderes,
tentaram conversar mais vezes com ela. Tentaram uma vez, duas vezes, três. E na
quarta, foi quando Lili foi parar no hospital. Se meteu com o cara errado, com
as pessoas erradas. Devia dinheiro pelas drogas.
Morreu.
“Porque o salário do pecado é a morte… Romanos
6:23a”
——
Essa é uma história fictícia baseada
numa história real que ouvi certa vez.
Deus nos perdoa? Sim!
Quando há arrependimento. E por
arrependimento, entendemos: MUDANÇA.
“Portanto, o que vamos dizer? Será que
devemos continuar vivendo no pecado para que a graça de Deus aumente ainda
mais? É claro que não! Nós já morremos para o pecado; então como podemos
continuar vivendo nele?” Romanos 6:1 e 2
Via: Não Morda à Maçã...
Via: Não Morda à Maçã...

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