sábado, 22 de setembro de 2012

Pensamento Jovem em ARTIGO

Este texto foi escrito para reflexão e construção de um pensamento crítico. Leia primeiro e depois retire as suas conclusões.

Jogos Violentos.
Pode ou não pode?



E aí pessoas, tudo bom com vocês?

Hoje vou abordar um assunto um tanto polêmico. Resolvi escrever sobre isso depois de uma pergunta feita pelo Victor Virgilio no último post (se você não leu, clique aqui). Então vamos à pergunta: será que nós, cristãos, podemos jogar games violentos? Será que isso nos influencia de alguma forma? Para responder aos questionamentos, vamos seguir duas linhas: a dos humanos e a espiritual.

1. Questão governamental

Primeiramente, vamos às coisas da Terra. Você, caro amigo (ou amiga) gamer, já deve ter reparado que nas caixas dos jogos existem um desses selos, parecidos com as imagens a seguir.





As mais famosas são a ESRB (Entertainment Software Rating Board – América do Norte), a PEGI (Pan European Game Information – Europa) e o Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (DEJUS – Brasil). Ambas organizações analisam, decidem e colocam as classificações etárias indicativas para jogos eletrônicos comercializados (no caso brasileiro, essas indicações também se aplicam para filmes e programas de TV).

Por exemplo, um jogo de esportes provavelmente recebe uma classificação livre, pois não mostra nenhum tipo de violência excessiva ou linguajar inapropriado. Já no caso da série Uncharted, ela se torna imprópria para menores de 14 anos, por conter mais violência (armas de fogo), pouco sangue e uso moderado de linguagem forte. No caso de Call of Duty e God of War, apenas maiores de 17 anos são recomendados a jogar, por causa do alto nível de violência (muito sangue), referências sexuais e linguagem obscena. Para maiores de 18, um bom exemplo é GTA, que apela para a violência gratuita e representações de sexo e nudez.

É bom lembrar que essas indicações existem justamente para não afetar a crescimento da criança, que por não ter maturidade suficiente, pode ser influenciada (e muito) por aquilo que é mostrado nos jogos.

2. Questão espiritual

Agora, o ponto mais importante a ser abordado mesmo é o espiritual. O quanto acrescenta em nossas vidas jogarmos games extremamente violentos? Será que faz bem? Bom, para ajudar a responder isso, um versículo que cabe bem nesse assunto é:

"Tudo é permitido, mas nem tudo convém. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica." 
1ª  Coríntios 10:23 (NVI)

Será que ao jogar esses games sua vida com Deus pode dar uma murchada? Não vamos ser legalistas e dizer: “Ahhh, se você jogar esse jogo, você vai pro INFEEEEERRRRRNOOOO”. Não, não vamos fazer isso. Mas também não podemos ser hipócritas. Tipo, é só você parar para olhar alguém jogando God of War e descobrir que o jogo é bem sinistro. Aí você pensa: “É, acho que não tem coisa boa aí”.

Resumindo: o que realmente definirá se você deve ou não deve jogar determinados títulos será o seu nível de intimidade com Deus. Os selos criados pelos órgãos regulamentares nos ajudam a separar, mas aintimidade com o Senhor é primordial. E de acordo com o que se tem falado aqui no NMM há mais de quatro anos e é o pilar do blog, o ponto principal é ter uma vida INTEIRA de adoração a Deus. Será que ao jogarmos esses tipos de games, estamos realmente O adorando? É para se pensar…

Não podemos apontar pra ninguém porque cada um sabe sobre sua intimidade com Deus.

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