Este texto foi escrito para reflexão e construção de um pensamento crítico. Leia primeiro e depois retire as suas conclusões.
Jogos Violentos.
Pode ou não pode?
E aí pessoas, tudo bom com vocês?
Hoje vou abordar um assunto um
tanto polêmico. Resolvi escrever sobre isso depois de uma pergunta feita pelo Victor
Virgilio no último post (se você não leu, clique aqui).
Então vamos à pergunta: será que nós, cristãos, podemos jogar games violentos?
Será que isso nos influencia de alguma forma? Para responder aos
questionamentos, vamos seguir duas linhas: a dos humanos e a espiritual.
1. Questão governamental
Primeiramente, vamos às coisas da
Terra. Você, caro amigo (ou amiga) gamer, já deve ter reparado que nas caixas
dos jogos existem um desses selos, parecidos com as imagens a seguir.
As mais famosas são a ESRB (Entertainment Software Rating Board – América do
Norte), a PEGI (Pan European Game Information – Europa) e o
Departamento de Justiça, Classificação, Títulos e Qualificação (DEJUS –
Brasil). Ambas organizações analisam, decidem e colocam as classificações
etárias indicativas para jogos eletrônicos comercializados (no caso brasileiro,
essas indicações também se aplicam para filmes e programas de TV).
Por exemplo, um jogo de esportes provavelmente
recebe uma classificação livre, pois não mostra nenhum tipo de violência
excessiva ou linguajar inapropriado. Já no caso da série Uncharted, ela se
torna imprópria para menores de 14 anos, por conter mais violência (armas de
fogo), pouco sangue e uso moderado de linguagem forte. No caso de Call of Duty
e God of War, apenas maiores de 17 anos são recomendados a jogar, por causa do
alto nível de violência (muito sangue), referências sexuais e linguagem
obscena. Para maiores de 18, um bom exemplo é GTA, que apela para a violência
gratuita e representações de sexo e nudez.
É bom lembrar que essas
indicações existem justamente para não afetar a crescimento da criança, que por
não ter maturidade suficiente, pode ser influenciada (e muito) por aquilo que é
mostrado nos jogos.
2. Questão espiritual
Agora, o ponto mais importante a
ser abordado mesmo é o espiritual. O quanto acrescenta em nossas vidas jogarmos
games extremamente violentos? Será que faz bem? Bom, para ajudar a responder
isso, um versículo que cabe bem nesse assunto é:
"Tudo é permitido, mas nem tudo
convém. Tudo é permitido, mas nem tudo edifica."
1ª Coríntios 10:23 (NVI)
Será que ao jogar esses games sua
vida com Deus pode dar uma murchada? Não vamos ser legalistas e dizer: “Ahhh,
se você jogar esse jogo, você vai pro INFEEEEERRRRRNOOOO”. Não, não vamos fazer
isso. Mas também não podemos ser hipócritas. Tipo, é só você parar para olhar
alguém jogando God of War e descobrir que o jogo é bem sinistro. Aí você pensa:
“É, acho que não tem coisa boa aí”.
Resumindo: o que realmente
definirá se você deve ou não deve jogar determinados títulos será o seu nível
de intimidade com Deus. Os selos criados pelos órgãos regulamentares nos ajudam
a separar, mas aintimidade com o Senhor é primordial. E de acordo com o que se
tem falado aqui no NMM há mais de quatro anos e é o pilar do blog, o ponto
principal é ter uma vida INTEIRA de adoração a Deus. Será que ao
jogarmos esses tipos de games, estamos realmente O adorando? É para se pensar…
Não podemos apontar pra ninguém
porque cada um sabe sobre sua intimidade com Deus.
Via: Não Morda a Maçã





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